quarta-feira, outubro 07, 2009

Entrevista com Dom Odilo Scherer

O cardeal de São Paulo, no programa de Jô Soares, fala como ocorre a escolha do Papa, o provável crescimento de fiéis católicos e temas polêmicos como o celibato e o sexo. Provocado por Jô, comenta como a Igreja ver a questão da comunhão de casais separados e como deve ser o procedimento dos padres nesse momento. Confira e comente, por favor.
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9 comentários:

Anônimo disse...

Percebo que ainda existe a necessidade de abertura na igreja.
Abraços.
Jael

Anônimo disse...

Vinicius, o meu Deus é o Deus do impossível. Sei que o seu tb é. Parabéns pela iniciativa!Matérias como essa são importantes para que possamos refletir e fazer prevalecer a vontade de Deus sobre a dos homens.
Da paróquia. Abs em Andréa

Anônimo disse...

Prezado,
Eu já estou na 3ª união. Espero que seja a última. Busco ser feliz e sempre em comunhão com Deus. Frequentamos as Missas aos domingos e não abrimos mão da hostia. É o corpo de Cristo nos protegendo e nos alimentando. O padre daqui sabe da nossa história e nos apoia. Não é a toa que no dia que ele celebra a igreja está sempre cheia.
Apesar de algumas inconveniências de Jô Soares, gostei da intervenção dele quando foi abordada a comunhão.
Parabéns pelo blog!
Ylana - MG

Vinicius Factum disse...

Obrigado, Ylana!

Anônimo disse...

Em primeiro lugar quero comentar sobre a belíssima interpretação de Eliana Ribeiro ´que vc postou. Que beleza...
Olha, já combinei com minha atual mulher que se algum dia algum padre se recusar a nos dar a comunhão, nós vamos ficar parados em frente a ele e só sairemos após a liberação. Já pensou que engarrafamento? rsrs
Sabemos que a Igreja tem suas regras e que algumas são seguidas por pessoas com tendências fundamentalistas, mas não abrimos mão de fazermos parte de toda e qualquer celebração na missa. Viva a comunhão!
Alonso e Aidê

Anônimo disse...

Sei não. Às vezes acho que é desse jeito e pronto. E que você pode ser Católico por opção mas na Igreja nem tudo pode. Outras vezes acho que se Jesus não diferenciou ninguém e que abençoou ladrões e prostitutas, porque passados mais de 2000 anos ainda encontramos uma Igreja separatista? Todos somos pecadores e todos temos o direito de louvar a Deus e sermos perdoados. Ninguém tem o direito de nos condenar ao ostracismo.
Vinicius, pode ter certeza, que eu e minha querida esposa temos mais fé que muitos que frequentam as missas e se acham acima do bem e do mal. Participamos do grupo de uma paróquia. Se podemos praticar o voluntariado, tb temos o direito ao pão e ao corpo de Jesus.
Como já foi dito aqui, Viva a comunhão! Um abraço.
Giuliano de Taubaté

Anônimo disse...

A Igreja já avançou muito e creio que ainda vai avançar muito mais. A questão do uso de preservativo e métodos contraceptivos ainda é um ponto pouco claro para a população.
A Igreja é contra o aborto e eu também sou. Padres com desvio de conduta sempre existiram e mesmo assim são imprescindíveis. Quanto à comunhão é questão da consciência de cada um com Deus. É sentir-se capaz e sentir-se digno de fazer parte da Ceia. Jesus ama a todos!
Berenice - Pituba

Anônimo disse...

Quero "Livre Acesso"...

Anônimo disse...

Pra mim o fato de um padre ter um relacionamento estável com uma mulher não reduziria a sua santidade.
Percebo um crescimento da presença de fiéis na igreja. Se a mesma olhasse aqueles que encontram-se descasados sem restrições o rebanho seria ainda maior.
BN