quarta-feira, setembro 30, 2009

“A inclusão digital é uma utopia, um mito”

O homem está condenado à exclusão digital. A afirmação parece um paradoxo diante dos inacreditáveis avanços tecnológicos da nossa época. No entanto, ela revela a lógica que se estabeleceu no mundo contemporâneo, a da velocidade. Não basta apenas ter acesso ao computador e saber informática. O ser humano precisa acompanhar constantemente as atualizações tecnológicas impostas pela indústria em uma incessante corrida para garantir sua permanência no ciberespaço. “A inclusão digital é uma utopia, um mito”.
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Você concorda?
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A afirmação acima é de Eugênio Trivinho, professor do programa de estudos pós-graduados em comunicação e semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em entrevista a IstoÉ. Se quiser ler na íntegra, clique aqui.

A mentira tá no corpo

Sabia que o seu corpo é super honesto?
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Segundo a matéria de Cláudia Fusco (Revista Superinteressante), com ele não tem essa história de enganar, camuflar, fingir. Então, por exemplo, enquanto você está contando aquela mentirinha saudável para um amigo, sua expressão corporal pode contradizer todas as palavras com alguns pequenos gestos. Aquela olhada para o lado, a coçadinha ingênua no nariz... até o mais discreto sinal serve. O mentiroso tem uma preocupação tão grande em parecer natural que, sem perceber, faz trejeitos que só evidenciam a tensão de ser desmascarado.
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Fiquemos atentos!

Mudanças

por Luiz Fernando Veríssimo
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E tudo mudou...
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A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou musse
Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal
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O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
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A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email
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O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz... De tudo
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Inclusive de notar essas diferenças

1000 Mãos-Guanyin

O vídeo foi gravado em Pequim durante o Festival da Primavera deste ano. O detalhe é que todas as 21 bailarinas são completamente surdas. Sua primeira grande estréia internacional foi em Atenas, no encerramento dos Jogos Para-Olímpicos de 2004. Já viajaram para mais de 40 países.
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Assista aqui!
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Contribuição da leitora Telma Factum

terça-feira, setembro 29, 2009

"É matar ou morrer para o Bahia hoje em Pituaçu contra o Duque"

Em tempos de violência, desnecessária essa chamada da matéria de esportes do Correio da Bahia... Não acha?

segunda-feira, setembro 28, 2009

"Salvador Aérea"


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Foto do livro do fotógrafo Nilton Souza, lançado recentemente no Museu de Arte Sacra.

A natureza e o bolso agradecem

Certas mudanças no uso da água podem levar uma família a economizar até R$ 2 mil em um ano. O simples hábito de não fechar a torneira ao escovar os dentes custa R$ 100 por ano, se a pessoa passar 2 minutos com a torneira aberta, três vezes ao dia, segundo dados da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor ProTeste, entidade responsável pela pesquisa. Segundo dados da Embasa, concessionária de água da Bahia, os consumidores baianos registram um desperdício de 30% a 40%, após o medidor, quando o uso não é racional. A empresa não divulgou quanto é desperdiçado pela rede, antes de chegar na casa dos clientes baianos. Outro vilão comum das contas de água é o banho. O estudo demonstra que se uma pessoa diminuir em dois minutos o tempo que leva debaixo do chuveiro, pode economizar até R$ 84 em um ano, ou 1,8 mil litros de água por mês. Para uma família de quatro pessoas, este acordo representa R$ 336 por ano. Porém, medidas mais eficazes são fechar o chuveiro na hora de se ensaboar e passar, no máximo, 5 minutos com a ducha aberta.
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Veja a matéria completa aqui.

sábado, setembro 26, 2009

Porto da Barra... Parece até verão

por Maurício Aguiar (Leitor e colaborador do Blog)
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sexta-feira, setembro 25, 2009

1 milhão de "amigos"

É o que Luciano Huck tem no Twitter. A marca de 1 milhão de seguidores ganha do Fantástico (949 000 seguidores).
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O cara sabe se divulgar...
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Por falar nisso, "Siga-me no Twitter" !

quinta-feira, setembro 24, 2009

Este Blog apoia...


Do Blog do Rio Vermelho http://blogdoriovermelho.blogspot.com/

Ranking da internet no Brasil

O IBOPE Nielsen Online, empresa líder na medição da internet brasileira, através de seu exclusivo painel de internautas, apresenta a mais completa radiografia da internet brasileira gerando informações e dados precisos sobre audiência única, audiência duplicada, origem e destino das visitas dos sites, time spent, entre outros. É possível gerar inúmeros rankings, sob variados critérios, incluindo ou não aplicativos, por empresas controladoras, por marcas, por sites, por domínios ou por categorias.
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O IBOPE Nielsen Online ressalta que a posição de "líder em audiência" pode ser ocupada por diferentes organizações ou marcas, de acordo com o tipo de critério utilizado no ranking. Por esta razão, o IBOPE Nielsen Online recomenda que a divulgação de rankings seja evitada e desaprova a citação de nome de empresas concorrentes em anúncios de qualquer natureza.
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No entanto, excepcionalmente neste mês, o IBOPE Nielsen Online está publicando os rankings das 10 marcas da internet brasileira, incluindo e excluindo aplicativos, ordenados pela audiência única no mês de agosto, visando dar ao mercado uma visão completa do panorama atual. (Informações do Guia a Embalagem)

quarta-feira, setembro 23, 2009

Acho uma boa

"O Acordo entre Brasil e Santa Sé estabelece o ensino religioso, católico e de outras confissões, nas escolas públicas de ensino fundamental de todo o país, com matrícula facultativa".
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"O presidente da República em exercício, José Alencar, sancionou uma lei que torna obrigatória a execução do Hino Nacional em escolas públicas e privadas de todo o país. A regra vale para os alunos do ensino fundamental".
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Essas duas notícias me remeteram a minha época de estudante de 1º e 2º graus. Matérias como OSPB (Organização Sócio-Política Brasileira) e EMC (Educação Moral e Cívica) faziam parte da grade escolar. Aulas de religião (uma vez por semana) aconteciam em meio aos problemas matemáticos e geográficos. O Hino Nacional, assim como a oração do Pai Nosso, eram religiosamente executados no pátio da escola. Todos os alunos enfileirados e sob olhar vigilante e punitivo da diretoria.
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Bons tempos...
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Acho uma boa a implementação tanto do hino como do ensino religioso nas escolas. Quem sabe os meninos não adiquirem um sentimento de maior ligação com Deus e ao mesmo tempo absorvem conceitos mais patrióticos?
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"Eu aprendo a conviver com outras pessoas, a respeitar a todos, a não brigar e a fazer novas amizades", comentou na Canção Nova uma aluna de 8 anos.
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É daí que brota a cidadania.

Mais uma chegando...

Depois da Ricardo Eletro, Insinuantes e Casas Bahia, agora é a Loja Nordestina que chega e pela chamada na TV, deve ser mais uma que vai fazer barulho em nossas casas.
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Mute neles!

Que imagem!


Professora confere a temperatura de estudante em Fuzhou, na China; medida faz parte da rotina contra a gripe suína.
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Fonte: AP - Folha

segunda-feira, setembro 21, 2009

Falem, "Pelourinhores"!


Imagem: culturabrasil.pro.br
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Transcorrido o prazo de 40 dias dados pelo prefeito João Henrique, a pergunta é:
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A cidade ganhou um novo Centro Histórico? Está realmente mais bonito e seguro?

Entrevista com a atriz Fernanda Torres

ISTOÉ - A sra. já usou drogas? Quais?
Fernanda - Comecei com maconha e fui até o pó.
ISTOÉ - Ainda usa?
Fernanda - Parei. Faz um bom tempo. Outro dia comentei isso: só posso fazer essa peça agora porque "vi Jesus" (risos). Sabia que faria essa peça apenas quando não tivesse mais culpa no cartório. Hoje eu posso.
ISTOÉ - Quando parou e o que a fez parar?
Fernanda - Tudo, sei lá. Acho que o que me bateu mais foi a saúde. A sensação que eu tenho é que a gente vai ficando mais velha e se vendo mais mortal. Mas, quando se é novo, queremos experimentar morrer. Quando eu olho para trás, penso: nossa, eu corri tantos riscos de morte na minha juventude. Não me arrisco mais assim. Depois que a gente se torna mãe, então, não quer se arriscar nem na ponte aérea.
ISTOÉ - A sra. subia o morro para comprar droga?
Fernanda - Não, não. Eu sou babona (medrosa).
ISTOÉ - Como a sra. pretende falar sobre drogas com seus filhos?
Fernanda - Acho que o máximo que os pais podem fazer é estabelecer uma relação de amizade. Meus pais fizeram assim: eles não deixavam usar drogas em casa. Sabiam que eu usava. Mas não se falava sobre isso, não se tocava no assunto. Eles eram uma espécie de freio mental.
ISTOÉ - Sua peça faz uma crítica severa às drogas.
Fernanda - Não sei, acho que não. Acho que critica severamente o uso de antidepressivos, a droga da felicidade. Faz uma crítica feroz à cocaína, mas, ao mesmo tempo, fala que as pessoas sempre se drogaram, bebendo, fumando. Nós estávamos em dúvida se a peça seria vista como crítica ou apologia porque resgata a ideia dos anos 60, quando as drogas eram um caminho para o autoconhecimento. O lema era "Seja Marginal, Seja Herói" (obra do artista plástico Hélio Oiticica). O mito do marginal, do revolucionário, era encantador. Eu cresci nessa época. A direita estava no poder e nós tínhamos de fazer o oposto da direita, por princípio. Nas escolas experimentais, onde eu estudei, o refrão era a liberdade para tudo. Hoje ficou diferente.
ISTOÉ - Como é hoje?
Fernanda - Hoje todo mundo é deprimido. Se você tem uma tristeza, logo aparece alguém para aconselhar a tomar um remedinho para ficar bem, para não ficar ansioso. É a geração do Rivotril (tranquilizante). É remédio para regular humor, combater tristeza, emagrecer. Uma vez tomei um emagrecedor e falei: gente, desculpa, mas isso é igual à cocaína. Primeiro, eu fiquei com palpitação no coração e, depois, meio deprimidinha. Fiquei sem fome e excitada e, depois, muito angustiada. Já vi isso antes, só que tinha outro nome: cocaína. Antigamente, todo mundo fazia análise, hoje a psicanálise perdeu para a psiquiatria. Todo mundo tem um psiquiatra, é bipolar, e toda criança é hiperativa. Impressionante. Deve haver outra maneira de resolver nossos problemas que não seja tomando remedinhos, né? Isso eu acho muito sinistro. Marca o nosso tempo...
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Leia a entrevista na íntegra aqui...

sábado, setembro 19, 2009

Me filiei ao MST

Calma! Estou falando do Movimento dos Sem Time.
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Depois da derrota do meu Bahia para o Braziliense resolvi me filiar ao movimento.
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Funciona da seguinte maneira:
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Você escolhe todo e qualquer time que esteja jogando contra o time rival em seu estado e torce ardorosamente como se fosse o seu.
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É simples... Vumbora, Inter!
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Agora, caso o seu escolhido não ganhe não desista.
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Vumbora, o próximo!

sexta-feira, setembro 18, 2009

Extra! Extra! Extra!


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O Blog do Cidadão recebeu a indicação, no seguimento jornalístico, de um dos mais conceituados sites da Bahia. Capitaneado pelo jornalista Samuel Celestino (presidente da ABI - Associação Bahiana de Imprensa), o Bahia Notícias é referência jornalística com matérias do Brasil e do mundo.
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A indicação está na coluna Entretenimento do jornalista Jamil Moreira Castro.
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Esse blogueiro agradece e divide o sucesso com os seus leitores.

quinta-feira, setembro 17, 2009

Intolerância e retaliação


Imagem: Site Vila Mulher

A Comissão Nacional de Ética do PT decidiu que o deputado federal baiano Luiz Bassuma e o colega Henrique Afonso, do Acre, terão que retirar da tramitação da Câmara Federal todos os seus projetos que condenam o aborto.
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Segundo informações do Bahia Notícias/Jornal A Tarde, o movimento feminino do partido os acusa (desde o segundo semestre do ano passado) de terem ferido diretrizes do partido por conta da ostensiva (decisiva, no caso de Bassuma) atuação deles no Congresso Nacional contra o projeto que legalizaria o aborto no Brasil.
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Além disso, a partir deste momento, não terá direito a voz ativa em nenhuma decisão do Partido dos Trabalhadores. A intenção do colegiado era para uma decisão de expulsão.
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Bassuma avisou que não aceita ser "advertido" por adotar um comportamento que julga eticamente correto.
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O PT fechou questão a favor do aborto. O ministro da cultura cortou a verba de patrocínio do governo ao evento intitulado Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, liderada pelo Movimento Brasil Sem Aborto, em 30/08.
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Segundo a cantora Elba Ramalho, que participou do evento, "apoiar a morte seria uma contradição para quem quer seguir a Cristo, para quem quer ter uma religiosidade justa". "O homem quer criar suas próprias leis e quer que Deus se adapte e se modernize a ele. A lei é imutável, a palavra de Deus não muda", disse Elba.
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Assista a entrevista com Elba Ramalho ao lado.

Você é um jogador compulsivo?


Existem muitas e variadas interpretações a respeito do jogo compulsivo. Um jogador compulsivo é descrito como uma pessoa, cujo o jogo tenha causado contínuos e crescentes problemas em quaisquer aspectos de sua vida.
Trata-se de uma doença, progressiva por natureza, que não pode ser curada, mas pode ser detida.
Antes de chegarem a Jogadores Anônimos, muitos jogadores compulsivos consideravam-se moralmente fracos.
A visão de Jogadores Anônimos é que os jogadores compulsivos são pessoas doentes que podem recuperar-se, se derem o melhor de si para seguir um Programa que já provou ser um sucesso para milhares de homens e mulheres com problema com o jogo.
Lamentavelmente, o indivíduo desconhece que a maior parte do tempo está sendo gasto com o jogo. O jogador é a última pessoa a se dar conta do problema. Familiares e amigos, geralmente são incentivadores na procura de ajuda e recuperação.
Se você tem algum conhecido, com problemas de jogo, encaminhe-o a Jogadores Anônimos.
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Acesse aqui para saber se você pode se considerar um jogador compulsivo...

quarta-feira, setembro 16, 2009

A Suíça é aqui e eu não sabia


Foto: lostinazerty.blogspot.com
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Hoje pela manhã recebi um panfleto relatando as ações já realizadas pelo Programa Salvador Cidadania.
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Informa que é um programa oriundo da parceria entre a Prefeitura de Salvador/SETAD, o Ministério Público do Estado da Bahia e a Fundação José Silveira.
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Segundo o material de divulgação, o programa desenvolve ações que visam o atendimento e abrigamento da população em situação de rua com uma equipe multidisciplinar de abordagem composta por assistentes sociais, piscólogos, educadores sociais, médicos, terapeutas ocupacionais, pedagogos e técnicos de enfermagem.
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Dispõe da Casa de Pernoite, do Albergue Noturno, do Centro de Triagem, do Centro de Reintegração, do Centro de Capacitação (inclusão no mercado de trabalho)... Aulas de alfabetização, oficinas de terapia ocupacional e de esportes fazem parte das atividades de um desses centros.
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O programa informa ainda que vem atuando em 05 sinaleiras da Pituba, combatendo o trabalho infantil.
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Por um instante achei que eu estava na Suíça... Será?

Alô, prefeito!


Observo quase sempre que na Av. Garibaldi, próximo à Adhemar de Barros, uma viatura da Transalvador (antiga SET) fica estacionada num canteiro.
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Com tantos problemas, como estacionamentos nas calçadas das ruas adjacentes e próximas, faço uma sugestão:
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Que tal a dupla móvel fazer uma blitz na redondeza?
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Moro próximo e vejo que é uma avenida que não existem grandes engarrafamentos e nem colisões, então não há porque a viatura ficar parada como uma coluna do templo.

segunda-feira, setembro 14, 2009

Globo x Globo


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Depois dos brincos e dos cabelos de Fátima Bernardes, agora é o globo terrestre em movimento no novo cenário do Jornal Nacional que causa polêmica.
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Segundo a neurocientista Suzana Herculano Hoezel, o globo é "muito bonito - mas um horror para quem quer prestar atenção nela! Tudo o que se move atrai automaticamente a atenção do cérebro. Assim não dá para prestar atenção na Fátima Bernardes".
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"Não sei dizer se a experiência repetida com o globo em movimento no fundo ao longo de alguns dias será suficiente para fazer o cérebro passar a desprezar o movimento como algo totalmente previsível e se concentrar na Fátima e no que ela diz; talvez o movimento seja uma propriedade tão básica da imagem que seja impossível desprezá-lo. Colocar imagens de pano de fundo em movimento, por mais bacanas e high-tech que sejam, tende a ser um tiro no pé", comenta Hoezel.
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As indicações para que Fátima Bernardes não abuse de acessórios como brincos grandes, continuam valendo, resta saber até quando o globo terrestre continuará rodando.
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Fiquei atento hoje ao JN e tive a impressão que diminuiram a rotação do globo. Confesso que não me recordo muito das matérias. Acho que Suzana Hoezel tem razão...

Mídias Sociais x Globo

A divulgação de assuntos relativos às produções da Globo por parte dos funcionários, inclusive atores e atrizes, de agora em diante estarão sujeitos à política da emissora.
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Num comunicado interno, a empresa estabeleceu "de que nemhum conteúdo fruto do trabalho coletivo de milhares de pessoas seja cedido sem autorização".
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"A política para o uso das chamadas mídias sociais (blog, twitter, facebook et.) pelos contratados da Rede Globo segue, rogorosamente, a mesma regra geral determinada para as demais formas de manifestação pública".
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Ou seja, qualquer informação terá que passar pelo crivo da emissora. Disponibilizar conteúdo relacionados às produções está proibido. E ponto final.

domingo, setembro 13, 2009

Para reflexão...

"Um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se."

Domingo é dia de...

Tomar café às 10:00h, caminhar, ouvir uma boa música, assistir um bom filme, cuidar da casa, regar as plantas, almoçar em família, ver o futebol... Dá tempo de tudo.
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E para fechar com chave de ouro, ir á Missa! Mesmo quando não estou tocando na celebração. É lá que peço e agradeço ao Criador. É o momento de compartilhar o amor e a fé em Jesus.
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Pode crer, saio de lá renovado! Experimente!

sábado, setembro 12, 2009

E a novela acabou...

Ela começou de forma pouco intendível com um texto misturando palavras indianas com o português popular. Aos poucos foi tomando corpo e caindo no gosto do telespectador.
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Com diálogos profundos, músicas e danças, Caminho das Índias ganhou a grande maioria. Glória Perez se superou. Utilizou valores culturais da Índia e incorporou à nossa. Foi uma novela que nos polpou de assassinatos, apesar do atropelo que sofreu a personagem Duda no final.
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Glória Perez cuidou do destino de todos e do dela também como muito carinho e atenção. Finalizou o destino da vilã Yvone permitindo-lhe uma falsa liberdade. Como se quizesse que o mal fosse embora. Do mesmo jeito que ela (Gloria) fez com o cancer que foi acometida.
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Glória, uma novelista marcada pelas tragédias na família, nos presenteou com uma trama rica nos mínimos detalhes. O assassinato brutal de sua filha e atriz Daniella Perez, 22, em 1992, e a morte do seu filho, Rafael Perez, 25, em 2002, que era portador da síndrome de Down, não a impediu de exercer com dignidade e competência a sua arte. Diria mais, com maestria.
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O último capítulo da novela não pode ser base para análise de conteúdo. Foi uma festa!
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Destaco o encontro das duas crianças prometendo-se matrimonialmente para o futuro.
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A Globo como servidora de um agradável jantar, poderia nos dar um tempo para pudessemos digerir tudo o que foi consumido e após um breve intervalo nos aparesentar o novo cardápio, seria mais auspicioso. Arê Baba!

Mute neles! - Parte I

São no mínimo abusivas as propagandas de algumas lojas na TV. Ricardo Eletro, Insinuante e Casas Bahia são as campeães do barulho em nossos lares.
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Lembro-me que antigamente quem fazia este tipo de publicidade era a Feira de Tecidos. O que essas lojas fazem hoje se compara aos carros de som que infernizam a vida dos transeuntes.
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Use o controle e exerça o seu direito de não ouvir as propagandas barulhentas.
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Mute neles!

sexta-feira, setembro 11, 2009

O piano e o dinheiro bom


Nelson Freire, no concerto que inaugurou o piano Steinway Grand Concert D,
no Theatro Municipal
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por Cesar Giobbi (Site onne.com)
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Volto ao assunto, porque acho um absurdo. Na inauguração do novo Steinway Grand Concert D, doado ao Theatro Municipal de São Paulo pela Construtora Odebrecht, o secretário municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil, que eu prezo muito, fez um rápido discurso de agradecimento em que, a tantas horas, disse que era muito significativo e elogiável que a doadora tivesse usado “dinheiro bom”, ou seja, não tivesse usado lei de incentivo para comprar o piano. De fato, poderia ter usado a Lei Rouanet. A declaração deixou o mundo cultural presente de boca aberta. Afinal, o que teria sido dele, nestas últimas décadas, sem as leis de incentivo?
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Mas esse conceito varia dependendo de que lado da história se está. Quem está no governo, seja ele qual for, prefere que não se usem benefícios fiscais, pois sobra mais dinheiro para o governo usar como quer. Muito frequentemente, mal. A Lei Mendonça, municipal, é exemplo disso. Desde Marta Suplicy que pouca gente consegue usar esta lei, que só não está extinta no papel. E a reforma que o ministro Juca Ferreira pretende fazer na Lei Rouanet, que ainda pode ser rejeitada no Congresso, centraliza praticamente todas as decisões nas mãos do Minc que vira, assim, um poderoso padrinho de viés populista e demagógico.
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Fora que, nesse momento, no Brasil em que vivemos, o melhor que se tem a fazer é usar todas as leis de incentivos que se puder usar. Ou nosso dinheiro, em vez de ir para a Cultura, para o Esporte, para a benemerência, será usado para dar aumentos ao funcionalismo público, para aumentar o tamanho do Estado, para pagar os cartões corporativos do governo, para farta distribuição a sindicatos e movimentos sociais como o MST, para custear os Legislativos, com todos os ralos de que a imprensa tem falado ultimamente. Ainda mais em ano de campanha eleitoral...
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Se fosse bem usado, aquele poderia ser chamado de dinheiro bom. Por enquanto, dinheiro bom é aquele que a gente conseguir salvar dessa ciranda oficial, maluca, desonesta e mal intencionada. Falta pouco...

Toda sexta-feira

Toda sexta-feira toda roupa é branca
Toda pele é preta
Todo mundo canta
Todo céu magenta
Toda sexta-feira todo canto é santo
E toda conta
Toda gota
Toda onda
Toda moça
Toda renda
Toda sexta-feira
Todo o mundo é baiano junto

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A música chama-se “Toda sexta-feira”.
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A letra é de Belô Velloso (ouça aqui).
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Adriana Calcanhoto também já gravou. Acompanho com o sax…
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Modéstia à parte ficou muito boa.

quinta-feira, setembro 10, 2009

Ataque anunciado

Os recentes atentados em Salvador aos ônibus e aos policiais, orquestrados por traficantes dentro e fora das prisões, não aconteceram da noite para o dia. Desde o ano passado vários bairros já viviam sob o toque de recolher impetrado por esses criminosos.
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O governo estadual não tomou as medidas necessárias e aí está o resultado, a população alarmada e os policiais acuados.
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Governador, ainda há tempo... Requisite essa tal de Força Nacional de Segurança e acabe com esse comando paralelo do Estado.

quarta-feira, setembro 09, 2009

Quem não se comunica...

Leia o Jornal do Cidadão...
http://jornaldocidadao.wordpress.com/
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Acesse a Revista do Cidadão...
http://revistadocidadao.wordpress.com/
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Encontre-me no Twitter...
http://twitter.com/viniciusfactum
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E participe em breve da Rede do Cidadão...
http://rededocidadao.ning.com/

terça-feira, setembro 08, 2009

Cada um conta o que quer contar


Philipe Lima e Alex Palarea/AgNews
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por Diogo Moyses (*)
Terramagazine
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Muitos leitores devem ter notado que a TV Globo passou as duas últimas semanas celebrando o aniversário de 40 anos do Jornal Nacional. Desde a sua criação, o telejornal global é, de longe, a principal fonte de informação de milhões de brasileiros.
Bonner e Fátima Bernardes fizeram questão de nos lembrar das tantas glórias conquistadas pelo JN e pelo jornalismo da emissora. Matérias intermináveis - intermináveis mesmo, de quase 15 minutos - exaltaram os feitos do telejornal. Os mais antigos repórteres (os que certamente melhor cumprem ordens do patrão) foram chamados à bancada e, ao vivo, recordaram as coberturas dos fatos que marcaram a história recente do país.
Telespectadores desavisados, desconhecedores de episódios importantes da vida nacional, talvez até tenham ficado com lágrimas nos olhos.
É fato incontestável que o Jornal Nacional consolidou-se desde a década de 1970 (estreou em 1969) como símbolo do poder das Organizações Globo. Com uma estrutura quatro, cinco ou seis vezes maior do que os telejornais de suas concorrentes, ainda hoje bota medo na maioria dos políticos, que temem ser alvos de abordagens, digamos, pouco simpáticas. Quando as menções são positivas, aí é só festa. Dá até pra pensar em vôos mais altos. Símbolo maior desse poder é o fato de seu lobista-chefe ser chamado de "senador" nos corredores do Congresso Nacional. Sem nunca ter sido candidato nem eleito para cargo algum, desfruta de poderes que nenhum parlamentar possui.
O JN tem todo o direito de comemorar o que bem entender. Aliás, a Globo é perita em se auto-promover. Já fez isso em diversas ocasiões e continua a fazer com competência, posando de defensora da cultura nacional e da liberdade de expressão, além da já manjada face "solidária" que os Crianças Esperanças da vida buscam construir.
O perigo iminente disso tudo é que, em um país pouco conhecedor da biografia de seus meios de comunicação, corre-se o risco de reescrever a história. O temor não se faz em vão: como historiadores cansam de afirmar, a memória coletiva muitas vezes é fruto do legado dos mais fortes.
Mas voltemos ao nosso tema. Como era previsível, o JN tratou de lembrar das tantas ocasiões nas quais noticiou fatos da vida política, econômica, cultural e esportiva do país.
Esqueceu-se, no entanto - e ao acaso isso não pode ser creditado -, de recordar os momentos em que o telejornal global foi ele mesmo sujeito da história.
Ficou de fora da retrospectiva, por exemplo, que o surgimento e fortalecimento da TV Globo deu-se a partir de um acordo ilegal com o grupo estrangeiro Time-Life, que foi inclusive objeto de CPI no Congresso Nacional.
Esqueceram de dizer que a emissora foi criada e se fortaleceu com o apoio decisivo dos sucessivos governos militares. E que seu jornalismo, em especial o JN, ignorou solenemente as torturas, os desaparecimentos e as mortes dos que lutavam contra a ditadura, como se não tivessem acontecido.
O resgate histórico deixou de lado a tentativa de ignorar o movimento pelas eleições diretas nos primeiros anos da década de 1980, assim como a participação da emissora na tentativa mal sucedida de fraude nas eleições para o governo do Rio de Janeiro, com o objetivo de evitar a posse de Leonel Brizola.
A memória seletiva igualmente deu conta de apagar a participação decisiva do JN na eleição de Fernando Collor em 1989, quando a emissora editou de forma canalha o último debate entre Collor e Lula, além de utilizar contra o candidato petista as acusações lunáticas de sua ex-mulher e o seqüestro do empresário Abílio Diniz.
Nos anos seguintes, de forma nem um pouco sutil, foi linha de frente na consolidação da idéia - hoje comprovadamente furada - de que o neoliberalismo e a privatização de empresas estatais eram o único caminho a seguir, impulsionando a eleição e reeleição de FHC à Presidência.
Há ainda uma série infindável de episódios mais recentes que poderiam ser acrescentados à lista, como a cobertura favorável ao tucano Alckmin nas últimas eleições presidenciais. Ao contrário de outras tentativas, a tática não deu certo, graças à multiplicação das fontes de informação e, quem sabe, ao aumento da consciência política das classes menos favorecidas.
Fato é que, ao longo de toda a sua história, a Globo consolidou-se como os olhos e ouvidos da atrasada elite brasileira, cerrando fileiras contra movimentos sociais e quaisquer políticas distributivas. Em Brasília, seu "senador" é sempre recebido com afagos. Tapetes vermelhos se estendem aos seus pés. E assim, políticas que visam democratizar as comunicações do país são enterradas antes mesmo de nascerem.
É normal, compreensível até, que o JN tente recontar a sua própria história. O que não pode acontecer é que a história não contada por ele seja esquecida por nós.
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(*) Diogo Moyses é jornalista e radialista especializado em regulação e políticas de comunicação, pesquisador do Idec - Instituto Brasileira de Defesa do Consumidor e autor de A convergência tecnológica das telecomunicações e o direito do consumidor.

Gambiarra para o Oscar

Em breve, num cinema bem longe de você, estreiam dois longas brasileiros com potencial para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro.
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Mas, como só valem filmes lançados até 30 de setembro, regularizou-se a seguinte gambiarra: também valem obras exibidas por sete dias consecutivos em qualquer sala comercial, antes da grande estreia, geralmente seguida de pompa.
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Veja mais detalhes no Jornal do Cidadão.

segunda-feira, setembro 07, 2009

Fazer o que, né?

Deu na Tribuna da Bahia:
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Meninos do Bahia fazem o que a Argentina não conseguiu: parar o Brasil.
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A Seleção Brasileira iniciou nesta segunda-feira (07) a preparação para a partida contra o Chile, marcada para esta quarta-feira (09), no Estádio de Pituaçu. O time treinado pelo técnico Dunga participou de um jogo treino com o time da divisão de base do Bahia. O placar terminou em 1 a 1, com gols de Adriano e Élder.
Aqueles que achavam que o Brasil daria um verdadeiro baile nos garotos do Bahia se viram redondamente enganados durante a quase uma hora em que o treino ocorreu. Os jovens tricolores mostraram consistência na zaga e deram um sufoco na defesa brasileira, que teve de se virar para não sair do Estádio de Pituaçu goleados.
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Vumbora, Baêa!

A música pode tranquilizar o seu coração e reduzir a pressão arterial

por Cláudio Bandeira (Ciência e Vida - A Tarde)
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Músicas como Nessun Dorma, de Puccini, repleta de crescendos e diminuendos, são melhores para ajudar na reabilitação em casos de derrames, de acordo com os estudiosos da Universidade de Pávia, na Itália, em artigo publica do na revista Circulation.
Para o estudo, 24 voluntários saudáveis foram solicitados a ouvir cinco faixas de músicas clássicas, escolhidas aleatoriamente, e monitorassem as respostas de seus corpos, explica o médico Luciano Bernardi.
A Nona Sinfonia de Beethoven, uma área de Turandot, de Puccini, a Cantata nº 169 de Bach, Va Pensiero, da ópera Nabuco, de Verdi, e Libiam Nei Lieti Calici, de La Traviata, também de Verdi, estavam entre as peças escolhidas.
Cada crescendo destas músicas, um aumento gradual do volume, “estimulava” o corpo e levava ao estreitamento dos vasos sanguíneos abaixo da pele, aumentando a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos, além de provocar um aumento das taxas respiratórias, informa a BBC.
Os diminuendos, diminuição gradual do volume, por seu turno, causavam o relaxamento, diminuindo os batimentos cardíacos e diminuindo também a pressão sanguínea.
“A música leva a uma mudança dinâmica e contínua - e previsível, até certo ponto - no sistema cardiovascular”, afirmou Bernardi. “Essas descobertas aumentam nossa compreensão de como a música pode ser usada na medicina de reabilitação.”
Foi descoberto que as faixas que alternam entre ritmos rápidos e mais lentos, como óperas, parecem ser as melhores para a circulação e para o coração. As árias de Verdi, que seguem frases musicais de dez segundos, parecem se sincronizar perfeitamente com o ritmo cardiovascular natural, de acordo com o estudo.
“Observamos grandes benefícios (do uso da música) para pessoas que sofreram derrames ou ataques cardíacos. O poder da música é simplesmente incrível”, afirma Diana Greenman, diretora executiva da organização Music in Hospitals.
“Já observamos, em pesquisas anteriores, um estado emocional positivo, que pode ser desencadeado ao ouvir música, e que pode ajudar sobreviventes de derrames”, disse um porta-voz da associação britânica especializada em tratamento de derrames, Stroke Association.

"Isso é uma guerrinha em que ninguém tem razão"

por Antonio Athayde (*) - Folha Online
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A MÍDIA tem dado enorme destaque à guerra de audiência travada entre Globo e Record. O Ibope das emissoras interessa ao público em geral, aos anunciantes e às agências de propaganda.
Quando a liderança da Globo parece ameaçada, a torcida para que um concorrente chegue mais perto da líder se agita.Foi assim quando a Manchete lançou a novela "Pantanal" e quando o SBT exibiu um genérico do "Big Brother", a "Casa dos Artistas".
Tais programas de grande sucesso de público, porém, não se traduziram numa grade de programação que pudesse manter o telespectador ligado no canal, condição essencial para a sustentabilidade de um modelo de produção de uma rede de TV.
Na Globo, no entanto, tais fatos produziram uma reação de seus profissionais para enfrentar o desafio, confirmando a regra de que a concorrência faz bem.Hoje a Record passou o SBT, mas há uma diferença fundamental: a Globo e seus concorrentes - Band, Rede TV!, SBT e emissoras independentes- vivem do mercado publicitário.
A Record, por sua vez, tem como fonte quase inesgotável de recursos o aluguel da programação da madrugada para a Igreja Universal.Os valores pagos não se justificam por critérios técnicos de compra de mídia.
Não há relação custo/benefício que recomende tal investimento.Muitos entendem as matérias que a Globo exibe em seus telejornais como movidas pelo medo da concorrência, e é isso que os bispos da Record querem fazer crer.
Trabalhei na Globo por 20 anos (também trabalhei na Band e no SBT, quero uma concorrência mais ativa e lutei por isso) e conheço seus profissionais.Eles não têm medo da concorrência. Os números da Globo são públicos e são mais do que suficientes para enfrentar a guerra pela audiência.
O que os jornais mostram sobre os métodos de arrecadação da igreja demonstra a exploração da boa-fé da população, crime que está a exigir a ação do Ministério Público e da Justiça.
Um império empresarial foi construído, no Brasil e no exterior, como investigado e publicado pela jornalista Elvira Lobato, da Folha, com base nos milhões de reais arrancados de pessoas humildes levadas a crer em recompensas de uma vida melhor.
É triste que a democracia não encontre meios eficazes para impedir que essa prática continue. É lamentável que jornalistas da Record se disponham ao papel de realizar programas de televisão, como se investigativos fossem, despejando mentiras, meias verdades e acusações antigas sobre seus telespectadores, jogando no lixo o que os meios de comunicação têm de mais precioso: a credibilidade. Leiam o livro "Plano de Poder", do bispo Edir Macedo. Subtítulo: "Deus, os cristãos e a política".
É um livro político e reflete um projeto político.Alguns capítulos: "A visão estadista de Deus"; "As consequências da falta de representatividade política"; "O encontro com Deus e a missão".Dois parágrafos: "O projeto de nação pretendido por Deus depende do que estamos enfatizando em nossa argumentação: que os cristãos precisam despertar para a realidade do projeto, envolver-se e mobilizar-se para realização desse sonho divinal".
"Quando se trata dos votos dos evangélicos, estamos diante de dois interesses: o interesse dos próprios cristãos em ter representantes genuínos e o interesse de Deus de que seu projeto de nação se conclua."Quem se considera o intérprete do projeto de nação, desse sonho divinal que teria o Criador?
O livro tenta colocar sob um mesmo manto os pastores evangélicos, equiparando os que, por sua crença absolutamente respeitável, levam conforto espiritual aos fiéis, àqueles que objetivam o poder, a ser conquistado por meio de um conglomerado de empresas de comunicação lastreado em doações com outra finalidade.
Misturar religião, televisão e política tem potencial explosivo.
Os exemplos estão todos aí.
Voltando à TV: é necessário que anunciantes e agências apoiem as iniciativas dos concorrentes da Globo.O SBT começa a reagir, a Band tem grandes oportunidades, inclusive com seus canais pagos, e a RedeTV! está equipada com o que há de mais moderno em tecnologia para dar um salto de audiência e faturamento.Público e crítica se dividem entre os que acham bom qualquer ataque à Globo ("monopólio" etc.) e os que preferem dizer "isso é uma guerrinha em que ninguém tem razão". Neste caso, não se justifica.
De um dos lados está um grupo econômico que tem nas costas um histórico de acusações de crimes graves e de práticas nefastas de obtenção de recursos.
Então, não dá para torcer para esse time nem dar uma de indiferente.
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(*) Antonio Athayde é engenheiro, consultor da ANJ (Associação Nacional de Jornais). Foi executivo sênior da Rede Globo, Gobosat/NET Brasil, Globopar, Rede Bandeirantes e SBT. Trabalhou como consultor da Telefónica para projetos de TV na América Latina e para o Grupo Abril.

domingo, setembro 06, 2009

sábado, setembro 05, 2009

Caixinhas de fósforo, chiclete e paçoca



Parecem embalagens retrô, mas na verdade são mesas de centro descoladas.
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A ideia é do fotógrafo Felipe Reis, que se aventurou pela primeira vez na área do design.

A mesinha em formato de embalagem de paçoca, com rodízios e gaveteiro
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Em seis modelos diferentes, as peças são feitas em MDF, com pintura acrílica, adesivo laminado no tampo e rodízios de silicone. Exceto as que imitam embalagens de chiclete, todas vêm com gaveteiros.
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por Vanessa Lima (Casa e Jardim)

sexta-feira, setembro 04, 2009

China mira o playback

Segundo informou uma circular do Ministério de Cultura da China publicada em seu site oficial, a partir de outubro todas as apresentações musicais no país deverão ser gravadas pelos organizadores para mandar uma cópia aos inspetores, e aqueles que não o façam serão multados com 3.000 iuanes (US$ 439 dólares).
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Leis contra o playback foram instauradas na China depois que na cerimônia de inauguração dos Jogos Olímpicos de Pequim, no ano passado, se descobriu que uma menina que protagonizou um número musical não era quem cantava na realidade. (Informações da Agência Efe)
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Pelo que eu sei, o episódio ocorrido nos Jogos Olimpicos foi dublagem e não playback.

Festival sob protestos

O Festival Internacional de Filmes de Toronto está sendo questionado por um grupo de artistas, por promover uma série de filmes destacando a cidade de Tel Aviv, em Israel. Segundo o grupo manifestante, que inclui vários atores e celebridades, a atitude do festival constitui cumplicidade "com a máquina israelita de propaganda".
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Informações da Agência Reuters

"I Dreamed A Dream"

Esse é o nome do álbum de Susan Boyle que será lançado em novembro. Na pré-venda no site amazom.com o disco lidera as vendas.
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No topo da lista de vendas pela internet nesta semana, Susan Boyle ganha até de Whitney Houston.
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A informação é do site da revista "People".

“Salve um formando. Dê-me um emprego”


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Após uma busca de quase três meses por emprego após a sua formatura, Alex Kearns, 23, resolveu radicalizar.
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Formado em Letras (francês e italiano), na Universidade de Swansea, o jovem subiu num pedestal na praça de Trafalgar, no centro de Londres, e desenrolou um currículo gigante.
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Salve um formando. Dê-me um emprego”, estava escrito no currículo.
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O pedestal em que Kearns subiu foi instalado nesse verão europeu, para que os londrinos subissem e fizessem qualquer apresentação que quisessem. Alguns decidiram protestar sobre a crise mundial...
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Criatividade ou desespero, mas funcionou. Após passar uma hora em cima de um pedestal, Kearns agora é um executivo de vendas internacionais. Uma empresa de consultoria o contratou.
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“Do jeito que as coisas estão atualmente você precisa se destacar no meio da multidão. Eu tinha enviado centenas de currículos, mas ninguém me dava uma chance. Eu vi nisso uma oportunidade de me vender. Com certeza valeu a pena, porque meu novo chefe ficou impressionado com a minha iniciativa. Eles me enviaram um e-mail dizendo que minha aparição foi inteligente e que eu deveria enviar meu currículo”, disse Alex Kearns.
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Em tempo, o pedestal que mudou a vida de Kearns continuará na praça e aberto a manifestações do público até outubro.
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Você subiria?
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Fonte: Época Negócios Online

quarta-feira, setembro 02, 2009

As várias formas de se dar uma notícia

Se a estória de Chapeuzinho Vermelho fosse verdade, como ela seria contada na imprensa no Brasil?
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Jornal Nacional
(William Bonner): 'Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem...'
(Fátima Bernardes): '...mas a atuação de um lenhador evitou a tragédia.'
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Programa da Hebe
'...que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?'
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Cidade Alerta
(Datena): '...onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva... um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não!
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Superpop
(Luciana Gimenez): 'Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há mais de um ano. Abafa o caso!'
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Globo Repórter
(Chamada do programa): 'Tara? Fetiche? Violência? O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente? O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta. E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter.'
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Discovery Channel
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.
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Revista Veja
Lula sabia das intenções do Lobo.
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Revista Cláudia
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
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Revista Nova
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama!
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Revista Isto É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
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Revista Superinteressante
Lobo Mau: mito ou verdade?
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Folha de São Paulo
Legenda da foto: 'Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador'. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
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O Estado de São Paulo
Lobo que devorou menina seria filiado ao PT.
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O Globo
Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para salvar menor de idade carente.
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O Dia
Lenhador desempregado tem dia de herói
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Extra
Promoção do mês: junte 20 selos mais 19,90 e troque por uma capa vermelha igual a da Chapeuzinho!
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Correio da Bahia e TV Bahia
Menina usando um chapeuzinho vermelho é atacada por um lobo e não consegue atendimento em nenhum hospital do Estado. Governador Wagner não se manifesta.
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Contribuição do leitor Maurício Aguiar

Grande sacada


Andar pelas ruas de qualquer país do mundo com seu laptop debaixo do braço não é uma das coisas mais inteligentes e seguras, certo?
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Foi pensando na sua segurança que a marca espanhola de “coisas desnecessárias” (sic) mitemite criou cases de notebooks com estampa de jornais. Afinal, ninguém se interessaria em roubar um jornal.
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Fonte: Portal Onne
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"Fica sempre um cheiro de perfume nas mãos de quem oferece rosas, nas mãos que sabem ser caridosas".
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Bom dia!